Sou
editor executivo do TextoVivo e
professor da ABJL. Organizo, edito
e escrevo livros. Minha predileção
por “Os Estrangeiros do Trem N” (1997)
é evidente. Realizei-o com entusiasmo e uma
saudável dose de ingenuidade. Curiosamente,
o livro recebeu o prêmio Jabuti de reportagem
e, um tempo depois, acadêmicos começaram
a ver na obra um “grande valor sociológico”.
Concluí
mestrado e doutorado na Escola de Comunicação
e Artes da USP com pesquisas sobre narrativas biográficas.
O mestrado resultou no livro “Biografias &
biógrafos” (Summus, 2002); o doutorado,
no livro “Biografismo” (2008). Conheça
também o “Perfis” (2003), coleção
de doze perfis de escritores antes publicados no
suplemento “Fim de semana”, da “Gazeta
Mercantil”.
Criei
para a Summus Editorial a coleção
Formação & Informação,
que aborda macroconhecimentos fundamentais sobre
temas que têm merecido (ou deveriam merecer)
cobertura jornalística. Os primeiros quatro
volumes da coleção foram sobre meio
ambiente, esportes, ciência e economia.
Organizei
também o livro “Jornalistas
Literários: Narrativas da Vida Real por Novos
Autores Brasileiros” (Summus, 2007), coleção
de textos de ex-alunos de pós-graduação
em Jornalismo Literário da ABJL/TextoVivo.
Trabalhei
dez anos em diários, mais ou menos assim:
primeiramente, repórter e editor do “Diário
do Comércio” em Belo Horizonte; depois
repórter e editor da “Gazeta Mercantil”,
no suplemento cultural “Fim de semana”,
em São Paulo. Fiz reportagens também
para a “Folha”.
Um
esclarecimento (para mim mesmo): nasci em Lavras
(MG), em 18 de novembro de 1965. Mas quando me perguntam
de onde sou, digo que sou de Belo Horizonte. Traição?
Renúncia? Não, não. Simplesmente
me considero de Belo Horizonte. Foi pra lá
que meus pais se mudaram quando eu tinha apenas
dois meses de idade. Enfim, passei trinta anos em
BH, dois em Nova York e desde 1998 moro em São
Paulo. No fim das contas, vou pra algum lugar, como
todo mundo.
Gosto
das literaturas da vida, mas curto cinema (incluindo
aí os documentários), jazz e MPB.
Tento mesclar essas atividades mais “introspectivas”
com conversações e viagens. É
pra viajar? Ops, tô dentro.
volta
ao topo